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Viktor&Rolf, Castelbajac e Chanel vintage: os looks de ‘Telephone’

O stylist Nicola Formichetti – colaborador assíduo e fanzoca de Lady Gaga – editou todo o figurino do novo videoclipe “Telephone”, a versão Gagaesca da música que já havia sido lançada, sem grande sucesso, em janeiro deste ano pela Beyoncé com o nome “Videophone”.

O videoclipe sob a batuta do diretor Jonas Akerlund (ele já fez vários pra Madonna e adora “homenagear” grandes cineastas) é esperto e tem roteiro tipo “Paparazzi”, que inclusive também foi dirigido por ele. Desta vez, Akerlund olha sem dó nem piedade para Quentin Tarantino, colocando em cena até a “Pussy Wagon” usada nos filmes “Kill Bill”.

E eu tenho que falar que o finalzinho me lembrou muito “Thelma & Louise”, que foi dirigido pelo idolatrado-salve-salve Ridley Scott (o mesmo cara que abençoou o mundo com os clássicos sci-fi “Blade Runner” e “Alien”).

Mas depois desta pensata até dá pra relevar o ctrl+c/ctrl+v.

Assista:

E o Nicola Formichetti que é super dedicado postou todos os créditos das roupas no seu blog, alçando o videoclipe a categoria de editorial de moda. Trocamos algumas mensagens no Facebook e ele autorizou que o FFW reproduzisse o conteúdo. =D

Confira:

Picture-8Vestido feito sob encomenda por Jean Charles de Castelbajac; óculos Mercura

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Picture-9-2Acima, croqui original da dupla Viktor&Rolf, que desenvolveu essa roupa com correntes gigantes exclusivamente para “Telephone”. Os óculos feitos com cigarros de verdade são da Haus of Gaga

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Picture-19Jaqueta com tachas Search and Destroy e óculos Chanel vintage

Picture-23Todos os biquínis são da Haus of Gaga

telephoneFita especial feita sob encomenda por Brian Lichtenberg

Picture-25Look total Thierry Mugler vintage

Picture-30Chapéu e body Thierry Mugler vintage

Picture-34Vestido e chapéu de Atsuko Kudo; óculos Jeremy Scott

Picture-40Chapéu de telefone Fred Butler

Picture-43Vestido Rachel Barrett; adorno de cabeça em forma de telefone por Danilo

Picture-51Lady Gaga usa Haus of Gaga e Christian Louboutin; Beyoncé veste Oscar Olima

Picture-53Jaqueta e sapatos Jean Charles de Castelbajac; shorts Franc Fernandez e Oscar Olima

Picture-54Body de animal print Haus of Gaga

Picture-55Vestidos e chapéus de Emilie Pirlot

+ nicolaformichetti.blogspot.com

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Cheiro de tinta nova

Gentlewoman

Se a Fantastic Man já é leitura obrigatória para qualquer homem que goste de moda, agora a dupla Gert Jonkers e Jop van Bennekom (eles são as cabeças por trás da Butt também) resolveram criar uma versão feminina da FM, a Gentlewoman, para “mulheres maravilhosas”, diz o release. A primeira edição foi lançada em Paris e tem a estilista da Celine, Phoebe Philo na capa, fotografada por David Sims com edição de moda de Camilla Nickerson (da W). Além da estilista, tem também Daisy Lowe, Alice Rawsthorn e Alice Gray como colaboradoras. Lembrando, que Gentlewoman também foi uma revista publicada no século 18. No final do ano passado, algumas pessoas tiveram acesso a um preview em preto e branco dessa primeira edição (e não desapontou ninguém!). E mais: Penny Martin, que esteve aqui no Brasil para o Filme Fashion, é a editora chefe da revista. A Gentlewoman vem em formato tabloíde, com papel tipo de jornal, bem diferente de qualquer revista feminina.

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Pensata da Palô #2: nada se cria, tudo se copia!

E já que um dos personagens da semana foi o Chacrinha, por conta do programa que passou na TV Globo e do documentário “Alô Alô Terezinha”, podemos começar citando um dos aforismos mais conhecidos do Velho Guerreiro, a de que “nada se cria, tudo se copia”, interpretando como sempre com liberdade a frase de Lavoisier, de que “na natureza nada se cria, tudo se transforma”.

chacrinha-lavoisierNa pintura original de Jacques-Louis David, o cientista Lavoisier figura ao lado de sua esposa. No nosso remix, ele divide a cena com Chacrinha © Divulgação/MetMuseum

Pra gente, aqui da moda, este viés vem valendo há tempos. Até porque, o próprio surgimento do conceito da moda se deu a partir da cópia. Lá no aparecimento da vida nas cidades, os burgueses copiavam as modas e modismos dos nobres, que por sua vez para deles se diferenciarem inventavam novas modas e modismos, e por aí vai.

Não precisa saber muito de história de moda para saber que, de lá para cá, a velocidade dessas mudanças se acelerou deveras, e a velocidade das cópias também.

Quando comecei a escrever sobre moda, em 1988, e sobretudo em meados dos anos 1990, quando o Brasil começou a querer mostrar sua cara como lançador de moda, estive no front dos que lutavam por autoria e criação legítimas. Precisávamos construir a identidade da tal Moda Brasil; precisávamos construir uma auto-estima que passasse pelas mãos de quem desenhava as roupas e pelas mãos de quem fosse pegar a carteira para pagar por elas. Que não se achasse que o que custava em moeda estrangeira fosse melhor. Para isso, precisaríamos aniquilar a mentalidade colonizada que nos foi imposta, de que só o que vem de fora é bom.

fever-rayKarin Dreijer Andersson, do Fever Ray, e seu famoso make de esqueleto © Divulgação

Nos dias de hoje, personagens da elite e não apenas da elite da moda se sentem confortáveis e orgulhosos o suficiente para dizer até com a boca cheia o nome de uma marca brasileira quando perguntados de quem é sua roupa – ai, que casaco lindo; que linda sua blusa, etc.

Em 2010, confesso que me incomoda menos quando vejo “citações”, influências, “inspirações” de marcas internacionais em coleções nacionais. O jornalista Godfrey Deeny super concorda! Quem não tem Balenciaga caça com gato; quem não pode pagar Lanvin troque por lebre. E pense pelo lado bom: podemos pagar com nossos reais e ainda parcelar no cartão ou no cheque em zilhões de vezes.

filhas-de-gaia-inverno-2010As armaduras com florais da grife Filhas de Gaia para o Inverno 2010 © Agência Fotosite

Também acompanho o mundo das artes, em que o copy-left, as apropriações, as referências vem sendo chacoalhadas sob o conceito do remix. Quem fez primeiro, quem fez o quê… Tudo isso me importa menos.

mona-lisa-vik-munizAs Mona Lisas do brasileiro Vik Muniz: geleia de morango, manteiga de amendoim e quinhentos anos as separam da original de da Vinci © Divulgação/MASP

Como na natureza, o supermercado de estilos dos 90 deu lugar ao liquidificador de tendências: inverno, verão, Prada, Marni, Marc Jacobs. UI! Como diria Regina Guerreiro.

A questão é: assumir. Se assumir também. E não se assumir como o último grito da moda, a próxima cocada preta. Assumir também influências. E a angústia delas. Para os mais cabeçudos, recomendo o leitura de “A Angústia da Influência”, do critico literário Harold Bloom.

É digno assumir suas influências e suas referências. Afinal, estamos em plena era do remix. E do Google e do Youtube. E para remixar outra frase famosa: uma saia é uma saia é uma saia. Tudo já foi feito. Ou não?

banksy-rouba-picassoO mote de Pablo Picasso – “os maus artistas imitam, os grandes roubam” – na pedra filosofal “furtada” pelo britânico Banksy © Reprodução

+ Pensata da Palô #1: blogs, Twitter, Suzy Menkes, Slimane e Prada

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Fernanda Lima & Cantão: na campanha e nas araras

Além de estrelar o desfile e a campanha de Inverno 2010 da Cantão, Fernanda Lima ainda vai assinar uma linha especial para a marca para a temporada de Verão 2011. Ainda não há detalhes sobre a parceria, mas pergunta que fica é: será que as peças vão estar no Fashion Rio?

As fotos da campanha, ambientada em um casarão na Floresta da Tijuca, foram feitas por Murillo Meirelles em uma câmera analógica – ou seja, em filme! Negativos são uma super novidade hoje em dia. : )

cantao_inv10_06cantao_inv10_04Fernanda Lima na campanha de Inverno 2010 da Cantão: o styling é de Pedro Sales e a beleza de Alê de Souza ©Murillo Meirelles/Divulgação

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A estética da inspiração

Idéias e conceitos podem ser concretizados de várias formas ou pelo uso de inúmeras técnicas.
A autonomia criativa de um artista é o seu bem maior, justamente por proporcionar a ele, o grande prazer de ter a certeza de realizar um trabalho digno e verdadeiro, e por isso útil, capaz de acrescentar à vida das pessoas. E uma coisa é certa: esse mot da sustentabilidade tem inspirado cada dia mais, grandes criadores contemporâneos.

A estética sustentável transpôs lugares comuns como o “ecologicamente correto”, e ganhou espaço, não só em produções alternativas/casuais, mas em ateliês, galerias e escritórios de arte renomados, com formatos inovadores ou clássicos, às vezes provocativos, às vezes sutis, às vezes inconscientes, ou até mesmo imperceptíveis em um primeiro momento.
Fato é que, se existe uma estética inspiradora a ser muito bem observada – e até seguida – é a desses famosos vanguardistas…

Não é de hoje que Yoko Ono, uma das mais importantes representantes – senão a criadora – da arte conceitual, utiliza “sobras” em suas obras. Ela instiga, declaradamente, novos modos de perceber a arte. Foi assim com a obra que conquistou o interesse do seu megaparceiro John Lennon, e assim sempre será.

Bombadíssimos, Osgemeos, que hoje já dispensam apresentações, por terem suas obras espalhadas pelos EUA, Europa, Japão e América do Sul, contemplam a democratização da arte, levando da rua para dentro das galerias, – com a mesma intimidade -, a linguagem do grafite.

Quando disse “experimentar o experimental”, o poeta Wally Salomão parece ter falado de Vik Muniz, o super fotógrafo/artista que se serve de inspirações várias, tipo diferentes mídias e neurociência, pra conceituar e concretizar suas obras, baseadas em fotos de fotos… Ele se confessa obcecado por lixo.

A elaboração conceitual do trabalho do carioca, Cildo Meireles passa por múltiplas linguagens. Na Inglaterra é tão admirado como artista, que é parado nas ruas para dar autógrafos. Coisa rara.  A base do seu trabalho é toda com materiais simples, de uso trivial, totalmente acessíveis. Nos anos 70, as obras dele continham a frase: “a reprodução dessa peça é livre e aberta a toda e qualquer pessoa”.

Adotando linguagens intencionais, a paulistana Leda Catunda, doutora em poéticas visuais, conquistou críticos de arte em Paris, New York e Brasil, com suas pinturas trabalhadas em diferentes texturas, principalmente tecidos e afins.

Sem nenhuma pretensão de disseminar idéias, Bispo do Rosário [falecido na década de 80] é um nome fortíssimo no cenário europeu das artes, mesmo a contragosto, já que seu desejo [não atendido, óbvio] era o de ser enterrado junto a todas as suas obras, ou seja, esculturas, objetos e instalações, criadas com a reutilização de materiais simples, que faziam parte do cotidiano no manicômio do Rio de Janeiro onde passou sua vida inteira. Fios desfiados de seus próprios uniformes, foram usados para bordar obras geniais, como mantos e peças de vestuário.

Independência e ativismo ambiental, são os instrumentos de trabalho do pintor, escultor e fotógrafo Frans Krajcberg, e a combinação disso tudo, torna a presença física de uma obra dele impactante.

E não dá pra não citar aqui de novo Beatriz Milhazes [coisa de fã...], porque a reutilização que ela faz em colagens, de materiais aparentemente banais, – como papéis de bala e chocolates -, e a brincadeira de cores de suas pinturas, fizeram com ela hoje se dê ao luxo de produzir menos de dez telas por ano, e ter uma enorme fila de espera de compradores

Viver a vida com ecostyle é uma arte. Inspiremo-nos…

+ www.inhotim.org.br

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Basquiat + Keith Haring na campanha da Blue Man

A Blue Man, que fotografou a campanha de Inverno 2010 debaixo de um viaduto próximo ao Píer Mauá, durante o Fashion Rio, revelou há pouco a campanha pronta.

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As fotos são de Jacques Dequeker, o styling de Felipe Veloso, o make de Max Weber e poses de Andressa Fontana (Way) e Bruno Cezario, coreógrafo do espetáculo “Boca do Lobo”.

A coleção, assinada pela estilista Marta Reis, foi inspirada em artistas de rua famosos como Basquiat e Keith Haring, e é a primeira após a morte do criador da marca, David Azulay.

basquiat-keith-haringObras de Basquiat (”Alto Retrato”) e Keith Haring, que está em maior evidência graças à “Vogue Paris” e à Madonna ©Reprodução

+ www.blueman.com.br

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Complete a frase

IMG_1653Emmanuelle Alt da Vogue Paris chegando ao desfile da Dior © Augusto Mariotti

Já repararam como japoneses e orientais tem uma fascinação absurda por câmeras fotográficas. Seja lá qual for a ocasião que eles se encontram, estão sempre munidos de suas máquinas digitais, clicando alucinadamente tudo que passa pela frente de suas lentes. De repente foi por isso mesmo que as principais publicações de moda do mundo contratou fotógrafos orientais para cobrir a entrada dos principais desfiles da semana de moda.

Com uma agilidade que deixaria qualquer paparizzi de Los Angeles morrendo de inveja, esses profissionais são termômetro para os principais nomes e looks da temporada. Afinal, foi graças a eles (e os blogs de street style) que editores e stylist antes acostumados a ficar escondidos atrás das câmeras, ganharam fama numa velocidade astronômica.

IMG_1634© Augusto Mariotti

IMG_1656© Augusto Mariotti

Desde que os blogs de estilo de rua viraram coqueluche mundial, os olhares nas semanas de moda ao redor do globo se expandiram para muito além das passarelas. Para não ficar atrasadas, as revistas correram atrás dedicando seções e páginas inteiras a cobertura do que as pessoas (geralmente figuras conhecidas no mundo da moda e celebridades) estão vestindo nos principais eventos de moda.

Aqui em Paris, um dos hot tickets para clicar alguém conhecido, além de looks super produzidos é os Jardins de Tuileries, espécie de tapete vermelho com piso de areia para o desfile da Dior. É lá que um verdadeiro exército de fotógrafos se reúne correndo freneticamente atrás de qualquer rosto conhecido ou vestido que chame mais atenção.

IMG_1636© Augusto Mariotti

E o mais legal de tudo, é que muitos desse fotógrafos já vão para lá com uma cartilha definida do que fotografar. Com bloquinhos em mãos, já tem ali demarcado o espaço para, além do nome e profissão do fotografado, nome e detalhes sobre cada peça do look. Alguns contam até com uma bonqeuinha desenhada, para simular com a caneta o que há de mais interessante no look.

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Os donos da bola

Essa semana fiquei sabendo (através do WGSN) que a Louis Vuitton abriu mais um processo judicial, desta vez contra a montadora Hyundai, por conta de um comercial televisionado durante o Super Bowl 2010 nos EUA.

Recapitulando…

Louis Vuitton, a grife de luxo mais popular do mundo.

Hyundai, uma das cinco montadoras mais poderosas do planeta.

Super Bowl, a final de futebol americano que também é o evento de maior audiência nas emissoras norteamericanas.

Os advogados da Louis Vuitton abriram o processo porque no comercial “Luxury” (feito para promover o novo modelo “Sonata” da Hyundai), a montadora sul coreana retrata cenas do dia a dia pinceladas por elementos deluxe.

Policiais comendo caviar em vez de rosquinhas, lustres de cristal no lugar de postes públicos e um jogo de basquete onde a bola, a vilã da história, vem estampada com monogramas dourados que remetem ao “LV” da maison. Assista:

A primeira coisa que lembrei quando li essa notícia do processo foi desse vídeo da Suzy Menkes, editora de moda do “International Herald Tribune”, falando sobre o papel da internet na nova topografia (ainda em formação geológica) da moda. Aliás, quem quer entender melhor como a coisa caminha, essa leitura aqui é obrigatória.

Um dos trechos mais interessantes é quando ela fala do poder de viralização online em conflito com a construção de imagem das marcas.

Pule para a marca dos 3m58s:

On Fashionblogs from Mary Scherpe on Vimeo.

“Eu acho que, no caso das grandes marcas de moda, tudo gira em torno do controle. Eles fizeram tantas coisas ao longo dos anos, em alguns casos por algumas centenas de anos, para construir uma imagem e tê-la sob total controle – em quais revistas anunciam, onde posicionam os outdoors nas ruas. Daí vem o Twitter e uma pessoa qualquer sai do desfile e publica que odeia a marca, que o desfile foi uma porcaria, um comentário banal e estúpido. E de repente 3 milhões de pessoas reverberam essa opinião. Isso é muito assustador para os gerentes da marca”. – Suzy Menkes

Juntando lé com cré: tou vendo a hora que os inquisidores da Louis Vuitton vão bater à porta de, digamos, Tavi Gevinson, pra reclamar a sua alma por conta de algum post atravessado ou tweet mal interpretado.

Se a Hyundai, pessoa jurídica, cercada de diretrizes e políticas, pisou na bola – e agora está pisando em ovos –, por que os blogueiros, pessoas físicas, desprevenidas e deslumbradas, não pisariam?

Quando uma montadora multimilionária, responsável por gerar/destruir economias locais, não consegue segurar a bronca… Quem consegue?

Taí um ótimo motivo para os blogueiros de moda repensarem suas táticas.

+ hyundaisuperbowl.com

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PARIS: Alicia Kuczman exclusiva?

Alicia Kuczman (Way), modelo recordista de desfiles no Brasil e que começa a despontar lá fora, não poderia estar mais feliz: depois de desfilar para grifes como Marc Jacobs em NY e Jil Sander em Milão, Alicia já é presença confirmada e exclusiva para uma certa marca na Semana de Moda de Paris, que começa hoje. Resta saber qual marca é. Lembrando que Malu Ribeiro, como adiantamos aqui, já é confirmada no casting da Balenciaga. Abaixo, fotos de Alicia nas ruas de NY por James Mahon.

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Wrangler primitiva

Com modelos em situações primitivas, sons variados, fumaça e caos, a Wrangler lança mais uma parte da série We Are Animals, dessa vez chamada de Red (por isso que o cabelo das modelos e a cor predominante no vídeo é o vermelho). O vídeo foi criado pela Fred & Farid de Paris, com fotografia de Jeff Burton (que já clicou editoriais para a Vogue Hommes International, Número, Vogue Paris e campanhas para a linha de óculos de Tom Ford, YSL Homme e Kris Van Assche) e como assistente dele, o Robert Hamada, fotógrafo que eu gosto bastante. O resto da campanha começa a ser vinculado esse mês.

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